retirado de http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/2012-08-01/biologos-acham-anfibio-raro-em-rondonia.html em 01/08/12
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Biólogos acham anfíbio raro em Rondônia
retirado de http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/2012-08-01/biologos-acham-anfibio-raro-em-rondonia.html em 01/08/12
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Abelhas Ocupadas
Polinizadoras de orquídeas são tão promíscuas quanto suas plantas preferidas
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| Há muito biólogos acreditam que abelhas e orquídeas são igualmente interdependentes. Os insetos polinizam orquídeas em troca do aromas das flores que os machos usam para atrair fêmeas. Acreditava-se que os dois organismos evoluíram juntamente, mas um estudo conduzido por Santiago Ramírez, biólogo evolucionista da University of California em Berkeley, publicado na Science no final de 2011, revelou que as abelhas surgiram antes, propondo que as duas são mais independentes do que se pensava anteriormente. O texto de Ramírez mostra que, embora as orquídeas pareçam bem adaptadas às abelhas – tendo desenvolvido odores que as abelhas apreciam e mecanismos para depositar pólen no corpo dos insetos –, as abelhas são muito menos especializadas. Elas coletam aromas de mais de 700 espécies de plantas e polinizam várias delas. “As abelhas e plantas interagem, mas sabemos pouco sobre como essas redes de interação evoluem”, segundo Ramírez. Maior conhecimento sobre as abelhas poderia ajudar cientistas a entender seu papel na polinização de orquídeas tropicais, muitas delas em perigo de extinção. As abelhas correm perigo, ameaçadas pelo desmatamento e degradação da terra nativa nas Américas do Sul e Central, e são pressionadas também por processos que dizimam o hábitat e fontes de alimento. André Nemésio, pesquisador da Universidade Federal de Uberlândia, que estuda essas criaturas esquivas, preocupa-se que esse aprendizado sobre as abelhas não será rápido o suficiente para salvá-las. “Abelhas de orquídeas são solitárias e tímidas; quase não são vistas na floresta”, observa ele. Além disso, como ninguém sabe exatamente a importância das abelhas para as plantas polinizadas por elas ou para seus predadores, as consequências de perdê-las são outro mistério. Retirado de http://www2.uol.com.br/sciam/artigos/abelhas_ocupadas.html em 27/07/2012. |
sábado, 16 de junho de 2012
sábado, 16 de abril de 2011
OMS deve decidir se destrói últimas amostras do vírus da varíola
A varíola é, desde 1980, considerada extinta pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Todas as amostras do vírus foram destruídas, excepto as existentes em dois laboratórios de segurança máxima, na Rússia e nos Estados Unidos da América. Agora, as opiniões dos cientistas dividem-se: se por um lado, uns consideram que se devem manter, para poderem ser usados em novos estudos; por outro, há quem ache que devem ser destruídas por risco de contaminação ou possível uso como arma biológica.
Após sucessivos adiamentos, desde a década de 1990, está previsto que a OMS decida o futuro dos últimos modelos do Orthopoxvirus variolae numa assembleia, que irá decorrer já no próximo mês de Maio. Segundo alguns investigadores, é possível que existam exemplares clandestinos do vírus. Além disso, haveria formas de recuperá-lo em cadáveres congelados, por exemplo.
O argumento convenceu os países-membros, mas a pressão para a destruição tem aumentado consideravelmente, com direito a manifestações públicas nesses próprios países. O risco de contaminação acidental em laboratório é, aliás, um dos principais argumentos a favor da destruição das amostras. Na década de 1970, houve um caso de contaminação em Birmingham, no Reino Unido. Embora o episódio tenha causado uma morte, foi contornado.
Responsável por 500 milhões de mortes só no século 20, a varíola foi erradicada com um esforço mundial de vacinação em massa. Com o declínio da doença, os governos interromperam as imunizações e, actualmente, grande parte da população está desprotegida.
Apesar de muitos países, especialmente os EUA, terem em ‘stock’ significativos exemplares da vacina, seria improvável que o vírus fosse controlado com a rapidez de antes. A imunização tem efeitos colaterais sérios e também não pode ser usada em pessoas com baixa imunidade, tais como os transplantes e portadores do HIV, entre outros.
Reportagem retirada de Scientific American, em 12 de Abril de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
A construção da Usina de Belo Monte!
A discussão já se prolonga por alguns meses, e pelo visto ainda está longe de terminar.
De um lado o governo e as construtoras interessadas em levantar a terceira maior hidrelétrica do mundo, porém a menos produtiva devido as condições do relevo da região, e do outro lado, ambientalista, ONGs, e até o IBAMA lutam para que isso não aconteça.
Estou falando da usina de Belo Monte prevista para ser construída no rio Xingu, Pará.
Esse foi o grande motivo da saída de então ministra do meio ambiente Marina Silva, depois de divergir dos interesses da então ministra da casa civil Dilma Rousseff.
Recentemente o presidente do IBAMA pediu exoneração do cargo pois se sentiu pressionado por membros da Eletronorte em entregar a licença definitiva para e execução do projeto, visto que ainda existem muitas exigências a serem cumpridas.
O vídeo abaixo traz uma explicação rápida sobre o projeto e as consequências devastadoras de sua implementação.
http://www.youtube.com/watch?v=4k0X1bHjf3E
Abraço a todos.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Perigos das anfetaminas!
Rebite ou Bolinha
É uma droga derivada de anfetaminas que estimula o sistema nervoso central fazendo com que ele tenha um ritmo mais acelerado de trabalho. Seu nome varia de acordo com seus usuários.
São usadas por motoristas que pela necessidade de dirigir bastante entre dias e noites sem descanso tomam a droga, por estudantes que passam dias e noites estudando e por pessoas que querem emagrecer por conta própria.
Normalmente são ingeridos com bebidas alcoólicas para potencializar seu efeito. Conhecida pelos motoristas como rebite e pelos estudantes e outros como bolinha, a droga é sintética, ou seja, é produzida em laboratório onde algumas podem até se comercializadas como remédios.
O rebite afeta várias áreas comportamentais do organismo. A pessoa apresenta um quadro de insônia, perda de apetite, fala rápida, sente-se revigorado fazendo com que o organismo trabalhe de forma excessiva e acida de suas condições reais.
Após passado o efeito, muitos tomam outra dose para continuar seus afazeres, porém a droga passa a ter sua eficiência reduzida pelo fato de que o organismo já está cansado, fraco e sem condições de manter o pic desejado.
Entre os efeitos já citados, podemos ainda mostrar o que ela inda pode fazer no organismo.
A droga produz a dilatação dos olhos causando maior ofuscamento, taquicardia, aumento da pressão sanguínea, agressividade, irritação, delírio percecutório, alucinações, paranóia, palidez e degeneração das células cerebrais.
O uso contínuo dessa droga leva o organismo a acostumar-se com tal substância fazendo com que o usuário tome doses cada vez maiores. Tal fato atenta par o vício e para a síndrome da abstinência. Algumas pessoas quando não consomem a droga ficam depressivas ou irritadas, entretanto, não é uma regra geral.
Portanto moçada, muito cuidado com medicamentos que prometem melhorar atenção e a concentração no momento das provas. Você pode obter efeitos indesejados.
texto enviado por email pela farmacêutica Mayara Lopes Paiva